A EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA CONTRA MÃO DO DESENVOLVIMENTO

A Escola Tradicional não serve ao povo, e não serve porque está montada para uma concepção já vencida, senão morta de todo. A cultura, bem ou mal, vinha servindo os indivíduos que se destinavam às carreiras liberais,
Lourenço Filho - 1961

A educação vai mal – diz uma parcela ponderável da nossa sociedade, os educadores também.

A Filosofia da Avaliação

RESUMO

Embora sobejamente tratado na literatura educacional recente, volta-se ao tema para analisar a sua relação com a avaliação educacional na regulação jurídico-legal brasileira vigente. O objetivo é derivar questões de interesse para a avaliação dessas práticas, destacar o lugar da avaliação e ressaltar a importância da sua concepção filosófica

Palavras-chave: avaliação do produto; O valor e o Ser; Avaliação educacional.

ABSTRACT

Although largely treated in the recent educational literature, on goes back to the theme to analyze its relation/inter-relationship with the educational evaluation in the effective Brazilian juridical-legal regulation.

The objective is to derive subjects of interest for the evaluation of those practices, to detach the place/no-place of the and evaluation and to highlight the importance of philosophical concepts.

Rio de Janeiro, 15 de novembro de 2020

O Positivismo e o Brasil

O amor vem por princípio, a ordem por base O progresso é que deve vir por fim Desprezaste esta lei de Augusto Comte e foste ser feliz longe de mim”. (Positivismo – Música de Noel Rosa)

Nascido na França, nos idos do século XIX, o Positivismo é uma corrente filosófica oriunda do Iluminismo, tendo como seu fundador o filósofo Augusto Comte (1798-1857) que de fato é o criador da Sociologia.

John Stuart Mill (1806-1873) adaptou o pensamento positivista ao utilitarismo moral inglês que surgira com o seu mestre, o filósofo Jeremy Bentham. Adaptado ao utilitarismo o positivismo incorporou uma nova postura de caráter moral.

Fatores que influenciaram o positivismo foram a Revolução Industrial, a explosão demográfica e a consequente desigualdade social e a fome, nos centros urbanos, progressivamente destruindo os paradigmas medievais.

Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2020

Educação e Pandemia II

Quando escrevi o meu artigo Educação e Pandemia não cogitava de promover maior interesse pelos colegas a quem enviei o trabalho.

Qual não foi a minha surpresa quando retornaram com os seus comentários favoráveis, mas, principalmente, por ter sido reduzida a menção aos ingleses e poloneses.

Como meu filho, que fez Mestrado na Inglaterra, e trabalha por lá pedi ajuda a ele e consegui.

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